O Amor Mora ao Lado [Crítica do Dorama]

Depois de O amor volta para casa resolvi conferir O amor mora ao lado, é muito amor envolvido nos doramas! Confesso que os dois primeiros episódios não me envolveram muito, mas ainda bem que insisti nesse dorama!
Enredo e Protagonistas
Uma tema obviamente clichê, mas cheio de personagens secundários maravilhosos! Os protagonistas me irritaram em vários momentos, primeiro Choi Seung-hyo (Jung Hae-in) pela forma como tratava a amiga de infância, depois entendi que ele não queria ainda amá-la depois de 30 anos guardando aquele sentimento. Depois Bae Seok-ryu (Jung So-min) é quem começou a me irritar com tanta enrolação, fez Seung-hyo sofrer um bocado! No entanto, quando eu menos esperava já estava completamente envolvida nessa linda história de amor.
Seok-ryu largou seu emprego nos Estados Unidos em uma empresa famosa e terminou o seu noivado, votando para a Coreia sem dizer seus motivos e o segredo rendeu alguns bons episódios, o que foi bom para gente entender melhor a dinâmica familiar da família da protagonista. É difícil quando você é a filha (ou filho) que carrega o estigma da perfeição. Por outro lado, em um certo momento entendemos como o irmão de Seok-ryu se sente, sendo sempre o filho nada perfeito.
Romance
O romance é desenvolvido bem aos poucos, nos dando chance de compreender melhor tudo que Seok-ryu fez e faz na atualidade. Principalmente quando mostram cenas dos flashbacks da infância dos protagonistas! Eu ri bastante de como Seung-hyo fazia Seok-ryu de “gato e sapato”. Paralelamente somos apresentados a outras histórias de amor, como a de Jeong Mo-eum (Kim Ji-eun) e Kang Dan-ho (Yoon Ji-on).
Coadjuvantes e Outros Romances

Mo-eum é minha personagem preferida, paramédica, independente, corajosa e incrível! Ela é amiga de infância de Seok-ryu e Seung-hyo e sempre soube que o rapaz gostava da amiga, mas nunca teve coragem de confessar. Ela também acaba se apaixonando pelo jornalista Dan-ho que guarda um enorme segredo. O romance deles também é desenvolvido aos poucos, tudo muito fofo! Temos também os pais de Seung-hyo, sua mãe e seu pai se amam, mas vivem na iminência do divórcio.
Também gostei bastante do grupo de mães amigas e o sócio de Seung-hyo, Yoon Myung-woo (Jeon Seok-ho ) é um alívio cômico maravilhoso!
Famílias
É interessante também notar como as famílias dos protagonistas são super amigas, mas também completamente opostas. Na casa de Seung-hyo é tudo elegante e frio, sem comunicação e na casa de Seok-ryu, tudo é uma baderna calorosa.
Atuações e final com spoiler
Jung Hae-in e Jung So-min possuem uma ótima química! E Park Ji-young e Jang Young-nam, mães dos protagonistas, dão um show de atuação!
O final é feliz para todos, mas pecou bastante pela falta de clímax, ficando bem morno!
Conclusão
Talvez você não se empolgue com os primeiros episódios de Amor mora ao lado, mas faça como eu, persista, o dorama entrega várias histórias boas e romances de aquecer o coração!
Michele Lima


O Amor mora ao lado : ” Seung-hyo merecia mais ! Alguém melhor !!! ”
Terminei O Amor mora ao lado, com um sentimento imenso de frustação e decepção em relação à protagonista Bae Seok-ryu. Durante toda a história, ela se mostrou uma personagem extremamente grossa, mal educada, ácida e que resolve tudo no grito e no tapa, e desconta suas frustações nas pessoas erradas. Enquanto Choi Seung-hyo entregou um amor puro, paciente e verdadeiro por mais de 30 anos, a Seok-ryu respondeu com grosseria enrolação e egoísmo. Ele passou a série inteira sendo o porto seguro dela, mas o desgaste emocional que ele sofreu não se justifica. O Seung hyo merecia conhecer outra pessoa, alguém que valorizasse o seu coração e trouxesse paz para a vida dele, e não mais caos.
Para piorar a dinâmica familiar é insuportável. A Seok-ryu herdou a mesma postura amarga, infeliz e barulhenta da mãe. São duas personagens chatas que parecem não ter empatia por quem está ao redor. Honestamente o final feliz do casal não me convenceu: para o bem do Seung-hyo elas duas deveriam ter ficado sozinhas para aprenderem a mudar, para serem pessoas melhores, e ele com toda elegância deveria ter seguido em frente com alguém que realmente soubesse amar e aceitasse o paraíso que ele estava disposto a dar. Imagina passar mais 30 anos com essa pessoa! Achei lamentável verdadeiramente…….
Concordo demais!