Maze Runner – A Cura Mortal [Resenha do Filme]

Conferimos a Cabine de Imprensa de Maze Runner – A Cura Mortal.
Depois de um longa espera, devido ao acidente do ator Dylan O’ Brien, Maze Runner – A Cura Mortal chega para finalizar a trilogia!
Nesse último filme temos Thomas (Dylan O’Brien) empenhado em resgatar seu amigo Minho (Ki Hong Lee) e durante toda o longa parece uma missão quase que impossível. Cada vez que os amigos estão próximos, se afastam novamente e nessa busca desenfreada descobrimos que a última cidade que habita a organização C.R.U.E.L está com muros erguidos, temendo a contaminação que transforma os humanos em zumbis e é para lá que Minho é levado. Apesar dos esforços, todos temem a contaminação e aos poucos vão perdendo a esperança de encontrar uma cura, menos Teresa (Kaya Scodelario) que persiste em uma descoberta milagrosa e terá que enfim resolver seus problemas com Thomas.

O longa é repleto de ação do início ao fim, as primeiras cenas de resgate estão incríveis, numa sequência de tirar o fôlego! No entanto, o filme peca pelos excessos, com bastante cenas de explosões, lutas e exageros, o roteiro acaba ficando mais fraco em diálogos e cenas principais que exigiam mais profundidade ficaram, infelizmente, bem superficiais. Confesso que ao retornar personagem aparentemente morto e matar outros eu esperava algo mais forte, mas a ação toma conta o tempo todo, não deixando espaço para dramas. E também achei estranho que a cura fosse algo tão simples, não entendo como uma organização que passa anos estudando um vírus não tenha pensado antes em algo tão básico. Entretanto, de modo geral, achei que a história foi até que bem conclusiva para a maioria dos personagens.
Os fãs vão precisar aguentar bastante sofrimento ao longo da trama, as cenas finais são bem tensas, os personagens passam por problemas que a gente até chega a pensar que não vão acabar nunca, só faltou um furacão no meio do caminho deles! No entanto, a personagem Brenda (Rosa Salazar) merece destaque por sempre aparecer nas horas mais difíceis, uma verdadeira heroína nessa história, forte e destemida. E apesar dos pesares não odiei Teresa, afinal, ela queria salvar o mundo de um terrível vírus, só não soube fazer as escolhas certas.
Apesar de estar esperando algo menos raso, por ser uma finalização de uma trilogia, as cenas de ação são bem montadas, coreografadas e de pura adrenalina do início ao fim. Sem dúvida, o roteiro poderia ter focado mais nas explicações de algumas tramas, mas ao menos a principal questão do enredo foi resolvida.
Todo o elenco se sai muito bem nas cenas de ação, principalmente Dylan O’ Brien e é fácil perceber o quanto o ator se dedicou ao projeto. Quem gosta de filmes do gênero, daqueles que mal dá pra respirar, é provável que aprecie o longa e os fãs da franquia também.

Trailer:
FICHA TÉCNICA
Título: Maze Runner – A Cura Mortal
Título original: Maze Runner: The Death Cure
Direção: Wes Ball
Data de lançamento: 25 de aneiro de 2018

Michele Lima

10 thoughts on “Maze Runner – A Cura Mortal [Resenha do Filme]

  • 24 de janeiro de 2018 em 21:34
    Permalink

    Oi, Mi! Tudo bem? É impressão minha ou essa série de filmes/livros caiu no ostracismo? Eu sequer sabia do lançamento do filme. Não vi ninguém falando nada. Aparentemente só o primeiro que fez o maior auê. Foi o único que vi, aliás.

    Abraço

    http://tonylucasblog.blogspot.com.br/

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  • 25 de janeiro de 2018 em 01:18
    Permalink

    Oi, Mi. Eu assisti duas vezes no cinema o primeiro filme e nem com o gostosão do Dylan no enredo eu me interessei pela história, talvez seja por ser uma distopia mesmo. Eu acho chato quando o filme tem mais cenas de ação que tudo, realmente carece de algo mais aprofundado, e é uma pena que esse filme tenha isso, mas acho que os fãs ficarão satisfeitos.
    Eu acho a atriz que faz a Teresa tão sem graça, meu Deus.
    http://www.suddenlythings.com

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  • 25 de janeiro de 2018 em 07:39
    Permalink

    Olá,
    Eu vi um pedaço do segundo, outro dia, me deixou bem curiosa para a parte final.
    Que bom que o menino Dylan ficou bem e pôde concluir o filme.

    até mais,
    Nana – Canto Cultzíneo

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  • 26 de janeiro de 2018 em 02:34
    Permalink

    Oi, Mi!
    Assisti o primeiro filme e me apaixonei. Sai do cinema e comprei o box de livros. Sério! hahaha
    O segundo filme é completamente diferente do segundo livro e não tem nem o mesmo rumo. É tão diferente que eu nem tenho como comparar um com o outro.
    Por isso, estou bem curiosa para saber como essa trilogia vai acabar. Principalmente porque são quatro livros, né… Quero muito ver se pelo menos o final vai ser o mesmo!
    Beijinhos,

    Galáxia dos Desejos

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  • 26 de janeiro de 2018 em 03:03
    Permalink

    Oi Mi!
    Esse é um dos lançamentos de 2018 que mais estou com vontade de ver.
    O trailer é bem bacana,mas por ele já deu pra perceber os excessos que você comentou,o que pode tirar um pouco o foco da trama em si,mas pretendo ver o quanto antes.
    Beijos!

    http://livreirocultural.blogspot.com.br/

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  • 26 de janeiro de 2018 em 20:39
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    Fiquei extremamente curiosa pra saber do que se trata a tal "cura", kkkk.
    Eu só assisti o primeiro livro da trilogia por que queria ler os livros antes, mas eu tô quase desistindo e partindo direto para os outros filmes, kkk.
    Amei a resenha. Super bem escrita.
    Beijo, http://www.apenasleiteepimenta.com.br

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  • 27 de janeiro de 2018 em 10:00
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    Oi Mi,
    Eu quero assistir, mesmo não gostando muito do do terceiro livro. Achei o final meio morno, espero que o filme seja melhor.
    E tem mortes? Espero que seja fiel nisso!
    Minha personagem favorita é a Teresa, rs.
    Beijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com.br

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  • 27 de janeiro de 2018 em 20:23
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    Oi Mi
    Eu li a trilogia ano passado, mas nao lembro bem do segundo filme. Eu lembro que era tudo bem diferente do livro. Eu achei o livro bem intenso, com mortes meio loucas, personagens que surgem do nada e um lugar cheio dos zumbis. Se tiver isso no filme, já to felizona.
    Beijos

    Vidas em Preto e Branco

    Resposta

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