Reacher [Crítica da Série]

Reacher é baseado nos livros de Lee Child que inclusive já gerou filmes com Tom Cruise, mas agora aparece como série no Prime Video. Estrelado por Alan Ritchson (Smallville, Titans) a série tem muita pancadaria, investigação policial e personagens cativantes.

Jack Reacher (Alan Ritchson) está em Margrave aparentemente de passagem, mas se envolve em uma trama complicada com a morte de seu irmão. No começo, visto como um dos suspeitos, Jack é preso e vai para a prisão, até ser considerado inocente. No entanto, com a morte de Joel Reacher, ele fica na cidade para desvendar o caso e conta com a ajuda do delegado Finlay (Malcolm Goodwin) e a policial Roscoe (Willa Fitzgerald), ao que tudo indica os únicos não corruptos do lugar. Em um determinado momento, Reacher também tem a ajuda de Neagley (Maria Sten), uma velha amiga.

Forte fisicamente, mas também bastante perspicaz, Reacher já foi do exército e tem uma passado misterioso que vai se desvendando ao longo dos flashbacks, que por vezes quebra bastante o ritmo da série. O protagonista não hesita em ajudar quem tiver necessidade, nem que tenha que agir fora da lei. Com um humor sarcástico por parte dos personagens, a série consegue trazer leveza em vários momentos, romance, já que Jack se envolve com Roscoe, ao mesmo tempo que nos mostra drama, ação e não nos poupa de violência também. Só não dá pra dizer que é bem dosado porque a série que tem 8 episódios  poderia ter tido 6, mas consegue ter ótimos ganchos para manter nosso interesse na trama.

Temos algumas histórias paralelas, Finlay também tem uma passado misterioso e Roscoe até se envolve em uma questão de vingança, além da história do contador Hubble e sua família, sua esposa é interpretada por Kristin Kreuk (Smallville).

A parte investigativa segue por caminhos previsíveis, sem muitas surpresas, apesar de algumas boas revelações no final, tudo muito bem detalhado. É certo que como em muitas produções do gênero, temos momentos de convivência e exageros, mas a direção e elenco são bem afiados e conseguem manter até os clichês interessantes. 

Reacher não é um primor de originalidade e não atinge a profundidade que poderia, mas entrega tudo aquilo que promete com ótimas cenas de lutas bem coreografadas. Agrada pelo básico e pela simplicidade. 

Michele Lima

3 thoughts on “Reacher [Crítica da Série]

  • 31 de março de 2022 em 12:43
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    Oi, Mi! Tudo bom?
    Essa parece mais uma série com brucutu protagonista que é toda ação e investigação e no momento eu tô com preguiça de plot assim HUASHUSAHUASUH mas serve pra deixar de barulho de fundo!

    Beijos, Nizz.
    http://www.queriaestarlendo.com.br

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  • 1 de abril de 2022 em 00:51
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    Olá,
    Talvez eu assista porque não achei tãooo ruim a ideia dos filmes.
    Ter investigação acaba sendo atrativo. Mas brucutus suadérrimos não costumo ser fã haha
    E curti o elenco! Sa menina da série do Pânico tava sumidinha.

    até mais,
    Canto Cultzíneo

    Resposta

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