Pro Bono [Crítica do Dorama]

Pro Bono

Pro Bono, disponível na Netflix, é ideal para nós, viúvos de séries de tribunal! Que dorama maravilhoso! E como Jung Kyung-ho acerta: Intensivão do Amor, Hospital Playlist, Meus Clientes Fantasmas, Pousando no Amor, entre outros.

Kang Da-wit é um juiz em ascensão que começa a ser considerado para integrar a Suprema Corte da Coreia. Exibido, egocêntrico e ambicioso, ele fica bastante animado com a possibilidade do novo cargo. Porém, o protagonista cai em uma armadilha e é acusado injustamente de corrupção. Para não perder tudo, abandona a carreira de juiz e passa a trabalhar na agência de advocacia de uma amiga da faculdade. No entanto, Kang Da-wit ainda recebe uma nova surpresa: ele fica responsável pela equipe de Pro Bono, uma área sem qualquer prestígio e que não visa lucro.

É muito interessante ver Kang Da-wit tentando se adaptar a uma equipe sem experiência e sem grandes ambições. Diria que ele dá o gás necessário para o grupo. Obviamente, ele encontra muita dificuldade para convencê-los a confiar nele, até porque seu primeiro encontro com a advogada Park Gi-ppeum (So Joo Yeon) não foi dos melhores.

À medida que o dorama avança, o roteiro apresenta casos muito interessantes e mais intensos do que se imagina. Temos um menino que quer processar Deus, casos de abuso sexual, xenofobia, exploração financeira, entre outros temas. A série não tem pressa em desenvolver essas histórias, que geralmente duram dois episódios. Nesse ínterim, Kang Da-wit segue investigando quem tentou prejudicá-lo e por quê, o que nos leva a uma reta final cheia de reviravoltas.

Pro Bono
Os personagens também são bem trabalhados, principalmente a equipe de Pro Bono, que possui uma química excelente. O roteiro explora a personalidade de cada um e mostra como todos são importantes para o trabalho. O elenco está afiadíssimo, e os vilões também são bem construídos. O drama ganha intensidade, mas ainda conta com bons momentos de alívio cômico, o que equilibra muito bem a narrativa e evidencia mais uma vez a versatilidade de Jung Kyung-ho como ator.

Em suma, Pro Bono é um daqueles doramas que terminam bem fechadinhos, mas ninguém reclamaria se tivesse uma segunda temporada. Perfeito do início ao fim.

Michele Lima

One thought on “Pro Bono [Crítica do Dorama]

  • 18 de fevereiro de 2026 em 00:16
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    Esses doramas viciam, que vício bom! Abraços!

    Resposta

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