Thor: Amor e Trovão [Crítica]

Chegamos ao quarto filme do Thor e a essa altura já sabemos mais ou menos o que esperar de Taika Waititi, ação e muito humor! E dessa vez uma boa pitada de drama e romance. Thor (Chris Hemsworth) é um herói em eterno luto e isso influencia claramente na sua personalidade, por fora, uma cara totalmente desencanado, mas por dentro alguém com medo de se envolver.

Thor está com os Guardiões da Galáxia (para o desespero deles), mas descobre que a nova Asgard está em perigo, já que está na rota do O Carniceiro dos Deuses. Gorr (Christian Bale) era um homem bastante crente, que vê seu povo destruído e sua filha morta, mas ao se encontrar com um deus percebe que toda sua fé era em vão, já que são seres bastante egoístas. Assim, a Necro-Espada o escolhe para destruir os deuses. 

Paralelamente temos Jane Foster (Natalie Portman), agora com câncer terminal, e que escuta o chamado de Mjolnir, se tornando a Poderosa Thor. Ela está na nova Asgard junto com a Valquíria (Tessa Thompson), que comanda o lugar, protegendo as pessoas. E dessa forma é que temos o então esperado encontro de Thor e Jane e descobrimos como o relacionamento acabou, mesmo existindo muito amor entre eles. Quando Gorr leva as crianças de Asgard como reféns, os dois juntamente com Valquiria e Korg (Taika Waititi) partem em busca de um exército de deuses, pedindo a ajuda de Zeus.


O drama do câncer de terminal de Jane permeia toda a trama, mas sem muita profundidade, exceto na reta final, onde ela e Thor acertam as contas e no meio de muita ação e cenários diferenciados temos várias piadas que quebram a tensão das cenas. A parte do grupo no mundo onde Gorr está, tudo em preto e branco, são as melhores em termos de luta. E o contraste da escuridão do lugar com o colorido de Thor é um bom espetáculo. 

É possível dizer que Thor: Amor e Trovão é melhor do que Thor: Ragnarok, mas se mantém no estilo leve e descontraído, mesmo com uma trama mais pesada de câncer terminal. Natalie Portman bem que tenta dar mais profundidade a sua personagem e Christian Bale é amarguradamente brilhante em todas as cenas. É o vilão melhor aproveitado se comparado a Hela (Cate Blanchett), mas nem um ator como Bale consegue milagres, só que entrega tudo que é possível ao personagem. E ainda temos muitas crianças em destaque e a química delas com Thor é muito boa. Além da relação de Thor com Mjolnir e Rompe-Tormentas.

Não precisa ser muito esperto para saber mais ou menos como a trama vai terminar e as cenas finais são dignas de lágrimas aos mais românticos, repleta de emoções. E o longa apresenta um desfecho satisfatório e com duas cenas pós-crédito, uma delas com um gancho para a continuação.

Trailer:

FICHA TÉCNICA

Título: Thor: Amor e Trovão
Título Original: Thor: Love and Thunder
Direção: Taika Waititi
Data de lançamento: 07 de julho de 2022
Marvel/ Disney

Michele Lima

One thought on “Thor: Amor e Trovão [Crítica]

  • 6 de julho de 2022 em 11:14
    Permalink

    Quero muito assistir! Parece ser bem legal.

    Boa semana!

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