Muito se falou de Stranger Things e então chegou The OA e fizeram comparações, mas eu li em algum lugar que The OA é boa, mas não tem o charme de Stranger Things e realmente não tem, mas a história é legal e tem um elenco que eu não reconheci em sua grande maioria. Eu reconheci apenas o Scott Wilson que fez The Walking Dead e Brad Pitt que consta como produtor nos créditos da série. No entanto, fui bem apresentada aos outros elementos do elenco da série que conta a história de Prairie interpretada por Brit Marling, uma garota russa que ficou cega em uma experiência de quase morte na infância e que desaparece na adolescência durante sete anos!

Quando ela volta, além de uma mudança radical que surpreende a todos, ela se recusa a contar para os pais por onde esteve por todos aqueles anos, mas convoca através da internet desconhecidos e conta a eles tudo que aconteceu e sobre seus companheiros de cativeiro.
Com a professora frustrada, Elizabeth (Phylliss Smith), com garoto problema, Steve Winchell (Patrick Gibson), o aluno aplicado Alfonso Sosa (Brandon Perea), a transgênero Buck Vu (Ian Alexander) e amigo do garoto problema, Jesse (Brendam Meyer), Prairie ensina uma “coreografia” que ela acredita que vai abrir um portal e levá-la para o lugar onde estão seus antigos companheiros de cativeiro, ela precisa voltar e salvá-los.

O que aconteceu com Prairie durante toda a sua vida e também no cativeiro é em parte um dos mistérios que alimenta a série e se tudo que ela contou é verdade ou não é também uma parte importante da história a ser contada.

É mais uma série esquisita de gente estranha com um assunto exótico que chama a atenção. Prairie acredita em tudo aquilo que aconteceu com ela, acredita que é um ser superior, acredita que tem uma missão e consegue fazer com que seus amigos também acreditem, resta ao público acreditar ou não. Talvez mais respostas estejam presentes na segunda temporada, já que o final da primeira foi impactante e deixou grandes dúvidas.

Eu gostei da série, mesmo sem ser muito charmosa, The OA é interessante, surpreendente e tem tudo para cativar o público viciado em séries.
Marise Ferreira
Na Nossa Estante

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