A terceira tentativa da Universal de revitalizar uma das maiores franquias do cinema, que na última trilogia arrecadou US$ 1 bilhão nas bilheterias globais em cada longa. Com elenco renovado, uma atmosfera distinta, a produção aposta menos na grandiosidade e mais na tensão de sobrevivência, remetendo ao DNA de Jurassic Park (1993).
Após 5 anos dos eventos de Jurassic World: Domínio (2023), os dinossauros não resistiram às condições ambientais na Terra e estão sendo extintos (de novo). Os que resistiram ao tempo, agora vivem em regiões equatoriais remotas, onde o clima se assemelha ao ambiente pré-histórico. E acabaram deixando doenças à humanidade.
Nisso o executivo Rupert (Martin Krebs), convoca uma equipe liderada por Zora (Scarlett Johansson) e Duncan (Mahershala Ali) ao lado do paleontólogo Dr. Henry (Jonathan Bailey) numa missão ultrassecreta para coletar amostras de sangue dos espécimes do: ar, terra e mar. Assim, podendo criar benefícios para a humanidade e ganhar dinheiro. Durante a operação, o grupo resgata uma família de civis em alto mar que havia sido atacada, mas acabam ficando presos em uma ilha com fatos ocultos.
A trama, embora ainda foque na ameaça de dinossauros soltos em ambientes inóspitos, insere novos elementos éticos, científicos sobre clonagem, manipulação genética e o papel da humanidade como espécie dominante.
E mesmo sendo “original”, o roteiro assinado por David Koepp (JP1) entrega uma estrutura similar às demais produções da saga, que ainda recorre a referências e trilhas clássicas, momentos clichês com decisões previsíveis, limitando ao impacto total da obra. Não que a fórmula seja ruim, mas fica na zona de conforto e não tenta se desprender como: Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
As atuações dos protagonistas são os pontos-chave, carregando carisma, vulnerabilidade, tensão, dramatismo e contrastando com a ação que permeia boa parte da história. Que tem uma competente direção de Gareth Edwards.
O novo filme é um passo cauteloso, talvez seguro demais para outro renascimento. Agrada em alguns pontos, entretém e prepara o terreno para o que segue, mas falta ousadia para realmente surpreender.
FICHA TÉCNICA
Título: Jurassic World: Recomeço
Título Original: Jurassic World Rebirth
Direção: Gareth Edwards
Data de lançamento: 03 de julho de 2025
Universal Pictures
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Parece ser um bom remake, marcante.
Boa semana!
O JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!
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Até mais, Emerson Garcia