Inspirado em Cenas de um Casamento do diretor sueco Ingmar Bergman, Maridos e Esposas é talvez até superior, já que condensa em 107 minutos, o que o longa de Bergan demora 5 horas.
Woody Allen usa câmera na mão e intercala as situações com depoimentos dos personagens a um psiquiatra, como se fosse um documentário.
Com um dos melhores e mais inspirados roteiros de sua carreira, Woody nos mostra os efeitos inesperados que a anunciada separação do casal Sally (Judy Davis, brilhante) e Jack (o diretor Sydney Pollack, em excelente desempenho) causa na vida dos amigos Judy (Mia Farrow, ótima) e Gabe (Woody Allen, o de sempre).
Situações que nos fazem pensar e refletir percorrem todo o filme e acabaram profetizando a vida conjugal do casal Woody-Mia fora das telas.
Judy Davis está fantástica e era a favorita ao Oscar de atriz coadjuvante. Inexplicavelmente perdeu para Marisa Tomei (Meu Primo Vinny) numa das maiores zebras da história da premiação. Outro grande destaque é Juliette Lewis, soberba com o personagem mais consistente da sua carreira.
FICHA TÉCNICA
Título: Maridos e Esposas
Título Original: Husbands and Wives
Direção: Woody Allen
Data de lançamento no Brasil: 8 de janeiro de 1993
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Woody Allen é um grande cineasta. Obrigado pela resenha. Não conhecia o filme ainda.
Boa semana!
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Até mais, Emerson Garcia