Do Fundo da Estante: Querida, Estiquei o Bebê

Inevitável continuação do sucesso de Querida, escolhi as crianças (1989) e uma inevitável inversão do plot original e com o bebê protagonizando, claro. A exemplo do primeiro, a proposta aqui é uma leve diversão infanto-juvenil sem pretensão alguma de ir além.

Aproveitando uma viagem de sua esposa (Marcia Strassman), o cientista Wayne Szalinsky (Rick Moranis, novamente) resolve levar seus filhos ao laboratório onde trabalha. Descuidado, não percebe que seu filho mais novo, o bebê Adam, recebe toda energia desprendida pelo complexo sistema inventado por ele. O resultado não poderia ser outro: o pequeno Adam começa a crescer sem parar e chega a ultrapassar a altura de um edifício.

Adam é certamente um dos bebês mais fofos do cinema. O carisma dele é 90% do sucesso deste filme que dispensa comparações com o anterior, já que os insetos gigantes que garantiam o show, dão lugar ao bebê e até o impagável doguinho está de volta. Os ótimos efeitos especiais (tanto os visuais quanto os de mixagem e edição de som) são da Industrial Light & Magic, pertencente a George Lucas, continuam muito bons até hoje.

Querida, estiquei o bebê fez sucesso em todas as mídias, principalmente nas TVs, obtendo bons índices de audiência nas matinês.

FICHA TÉCNICA

Título: Querida, estiquei o bebê
Título Original: Honey, I blew up the baby
Direção: Randal Kleiser
Data de Lançamento: 17 de julho de 1992 

Ítalo Morelli Jr.

Na Nossa Estante

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