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Documentário sobre incêndio do Museu Nacional estreia no National Geographic

National Geographic estreia em todas as suas plataformas no Brasil nesta segunda, 22 de outubro às 19h45, a produção original de um documentário para homenagear o quinto maior museu do mundo, intitulado Explorer Investigation: O Incêndio no Museu Nacional.
Com filmagens realizadas em diversas localidades do Brasil, como Rio de Janeiro (RJ), Paraty (RJ), Brasília (DF) e São Paulo (SP), o documentário de uma hora faz parte da franquia EXPLORER INVESTIGATION e explora a trajetória de 200 anos do museu, até o incêndio ocorrido no último dia 2 de setembro.
O documentário vai estrear em vários países para mostrar ao mundo a inestimável herança cultural do museu, bem como ilustrar a perda incalculável. O especial vai explorar e apresentar o enorme valor científico do museu e sua história como parte da identidade nacional do país, servindo como um espaço comum visitado por gerações de famílias brasileiras nos últimos dois séculos.
A National Geographic reconhece a gravidade da perda do Brasil e ofereceu-se para apoiar em todos os esforços de recuperação alavancando seus ativos globais de contar histórias. Isso inclui a realização de oficinas de redação de subsídios no Brasil com pesquisadores e conservacionistas afiliados ao Museu Nacional, além de convidá-los a se candidatarem a doações.
Em novembro, a revista National Geographic contará com uma entrevista exclusiva com Alex Kellner, diretor do Museu Nacional do Brasil, para explorar a extensão das perdas e a lista de projetos de recuperação.
O documentário é dividido em três partes – Patrimônio Histórico: Memória Coletiva, Ciência e História: Motor de Conhecimento e Impacto da Tragédia: Apontamentos Futuros – o documentário inclui uma entrevista exclusiva com Cristina Menegazzi, encarregada da UNESCO para a preservação do patrimônio histórico e cultural da Síria, e conversas com Alexander Kellner, Diretor do Museu e paleontólogo especialista no estudo dos pterossauros, Aparecida Villaça, doutora em antropologia social e professora do Museu Nacional e Príncipe D. João de Orleans e Bragança.
Em uma das primeiras cenas, o curador relembra visitas históricas: Albert Einstein, Marie Curie, Lévi-Strauss e Santos Dumont são apenas alguns desses nomes, atestando a importância global do Museu.
O mais antigo museu do país não era um museu só no senso comum: um espaço voltado à contemplação e ao entretenimento. Seu conceito remete aos “gabinetes de curiosidade” do final do século XIX, nos quais determinadas instituições ofereciam um aperitivo de seus acervos ao grande público. Assim funcionava o Museu Nacional, que já foi morada da Família Real Brasileira e foi convertido em um dos principais centros de pesquisa científica das Américas.
Mais do que um museu no sentido comum do termo, o Museu Nacional é um centro vivo de pesquisa científica. Incorporado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde 1946, foi morada da família Real Brasileira e abrangeu uma coleção de 20 milhões de peças, passando por gerações e gerações de brasileiros. Em seu acervo, registros preciosos da fauna, flora e dos primórdios da civilização brasileira considerados objetos de estudo para centenas de cientistas do mundo inteiro.
O incêndio recente queimou não só a história do país em si, mas deixou centenas de cientistas órfãos de suas plataformas de pesquisas. E a sociedade científica global se mobilizou para encontrar formas de recuperar o acervo perdido.
Apenas algumas das 20 milhões de peças estavam expostas ao grande público. A grande parte delas se concentrava nos meandros do museu, em salas de conservação e de estudo nas quais os cientistas ligados a Universidade Federal do Rio de Janeiro, e do mundo todo, consultam os acervos de arqueologia, zoologia, botânica, paleontologia, entre outras tantas.
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Michele Lima
Na Nossa Estante

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