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Nildrien: O pergaminho [Resenha Literária]

Se você já está se sentindo meio órfão com GOT e está procurando demais um livro do universo medievalista, cheio de ação e fantasia recomendo a leitura de Nildrien: O pergaminho, obra de Manoel Batista. Com claras influências de games tipo RPG e clássicos como O Senhor dos Anéis, certamente se trata de um autor brasileiro e faz bonito e mostra que esse imaginário não pode apenas ser feito por americanos e europeus. A narrativa, a trama e os personagens apresentados são bem construídos e consegue nos envolver até o final, parecendo que 588 se tornam 100!
A história se inicia numa caverna antiga, dentro de Nildrien (que seria um amplo território com vários reinos), em que um grupo de mineradores acaba por descobrir tesouros inimagináveis, entre eles estava um misterioso e poderoso pergaminho, capaz de causar o desequilíbrio das forças. Com o perigo à tona o reino de Nalim envia um grupo (adendo que é formado por homens e mulheres!), montado pelo chefe da guarda, Raizath, para apreender o pergaminho e colocá-lo em lugar seguro. Muito embora, o grupo encabeçado por Damian, o líder da força especial de Magos no reino de Nalim, desconhecesse a história dos pergaminhos e dificuldades futuras. Para eles a expedição se tratava apenas de busca de artefatos.
Outro grupo de busca é formado e são compostos por pessoas advindas do reino das trevas, Asenhar. Esse grupo aliado a uma floresta perigosa que guarda das mais variadas figuras mitológicas, entre elas estão necromantes e mortos-vivos, o que garantirá ao leitor uma trama cheia de aventura e mistério.
Nildrien: O pergaminho possui muitas cenas bem detalhadas, boa apresentação de personagens em uma narrativa simples e fluída que muito provavelmente vai agradar os leitores de fantasia.
FICHA TÉCNICA
Título: Nildrien: O pergaminho
Autor: Manoel Batista
Editora Novo Século
Onde Comprar: Amazon

Juliana Cavalcanti

Na Nossa Estante

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