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Blindspot [Resenha de séries]

Eu lembro que há muitos anos, mais precisamente em 2003, teve uma série com um John Doe interpretado por Dominic Purcell, que acordava no meio de uma floresta sem memória de quem ele era, ou o que fazia, mas sabia de tudo, tudo mesmo, de computadores ao mercado financeiro, línguas, profissões diversas e muito mais. Um fodástico. Teve uma temporada só e não teve final.
Blindspot começa com uma moça encontrada em N.Y. dentro de uma bolsa, com a pele toda tatuada e completamente sem memória, (não sei se as semelhanças com a série antiga para por ai), mas durante o episódio ela descobre que gosta de café, sabe lutar e atirar muito bem. Nas suas costas está tatuado o nome de um agente do FBI.
Ao analisar as tatoos descobrem uma pequena atrás da orelha com a data do dia e um endereço e os agentes partem em buscas das respostas pelo menos daquela tatuagem e Jane Doe, como passam a chamá-la, implora para ir junto já que ela quer muito descobrir quem é e já que a tatoo dela levou eles até lá ela tem mais que direito em ir, além de saber falar chinês. Assim, o agente fodão de olhos claros, profundos e penetrantes do FBI, mesmo não querendo, acaba sendo obrigado a levá-la e lá eles descobrem as intenções do chinês e conseguem tempo para salvar muitos inocentes. Aliás como gostam os roteiristas de salvar inocentes, não é?
Jane Doe chora, tenta se achar nas tatoos, mas mostra que tem personalidade e que não vai deixar ninguém impedi-la de descobrir quem ela é e no final do episódio a gente tem mais algumas dicas do quanto ela pode estar envolvida em uma trama que corre ao lado da suas tatuagens. Ao que parece, é por meio das tatoos que eles chegarão aos fatos que vão envolver toda a série e através da Jane e do fodão do FBI encontrarão a solução.
Gostar eu gostei, mas vou ter que dar uma olhada naquelas tatuagens com mais atenção.
Nota:
Michele Lima

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Michele Lima

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